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Cristo e o Vestido Azul

Cristo e o Vestido Azul
Emanuele Oliveira Solyom
set. 17 - 6 min de leitura
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Meu nome é Emanuele Caroline de Oliveira Solyom, mais conhecida como Manu, sou casada com o Rodrigo há 4 anos e sou mãe do João, de 2 anos de idade, o meu pequeno príncipe do cabelinho cor de trigo maduro.

Sou administradora e trabalho há mais de 20 anos desenvolvendo projetos de consultoria em empresas de diversos portes e setores. 

Sou membro da Igreja Batista do Bacacheri, em Curitiba-PR há 15 anos e minha conversão a Cristo se deu já na fase adulta, num misto de trabalho, servir e louvar a Deus. Na época, eu ainda católica, por intermédio do meu sócio na VBR Brasil Wesley Figueira , que foi um dos meus padrinhos na fé, comecei a servir voluntariamente na igreja no projeto de planejamento estratégico, e depois também no louvor tocando piano. Deus foi me cercando por todos os lados revelando meus dons administrativo e de aconselhamento, enchendo meu coração de amor pelo serviço e pelas pessoas.

Eu sou apaixonada por gente e por organização, pelo desenvolvimento de pessoas e empresas, principalmente de mulheres e de empresas familiares, onde os desafios e os sentimentos são sempre mais intensos.

Além de servir na administração da igreja, sirvo no ministério de mulheres, em especial no Lidera Mulher, focado na capacitação e desenvolvimento de mulheres por meio de encontros, conteúdos e cursos relevantes para a mulher profissional e empreendedora, sempre fundamentados em princípios bíblicos.

O que me move hoje? Cristo e o Vestido Azul.

A Menina do Vestido Azul é uma estória, de autor desconhecido (http://www.contandohistorias.com.br/historias/2006113.php#.X1uJvWhKjIU ) sobre uma menina que vivia num bairro pobre de uma cidade distante, que ia muito suja e malvestida para a escola, cujo professor a presenteou com um lindo vestido azul e deu início a uma grande transformação. A mãe da menina passou a dar banho nela todos os dias, pentear seus cabelos, cortar e limpar suas unhas para pudesse usar o vestido azul. O pai, constrangido pela menina linda no seu vestido azul, resolveu pintar as paredes, consertar a cerca e plantar um jardim, porque ela não podia morar num lugar tão feio. Houve um ciclo virtuoso chegando aos vizinhos, ao bairro todo e até na prefeitura.

Sou mulher e amo vestidos, que são o símbolo da feminilidade, e mexem com a autoestima e autoconfiança da mulher. Feminilidade essa que tem sido negligenciada ou perdida pelas mulheres, principalmente as profissionais e empresárias.

O vestido azul em si não é mágico, mas no trabalho com mulheres é um importante símbolo no resgate da identidade da mulher em Cristo. A verdadeira mudança é Cristo, agente de transformação na nossa vida, na vida das pessoas que nos cercam e naquelas que nós nem enxergamos mais, porque viraram só a profissional, a empresária e não a mulher.

Nas nossas empresas e igrejas existem muitas menininhas maltratadas, sujas e malvestidas que o mundo e o inimigo diariamente reforçam na mente: “não vai dar certo”, “não tem valor”, “vai quebrar/falir”, “vai trair/ser traída”, “não tem jeito”, “não merece”, “vão te enganar”.

Em contrapartida e no outro extremo, o mundo traz também a essas menininhas oportunidades de carreira e um falso empoderamento e senso de realização, em que o trabalho acaba virando o seu deus, o seu ídolo, numa escravidão profissional, onde muitas delas: a) não acham importante ou prioritário casar ou ter filhos; b) têm perdido a sua feminilidade para impor sua força e valor; c) passam por um processo danoso de barganha com Deus “Deus vou te servir, vou casar, vou ter família....quando.... ou se....”; d) desconhecem a sua verdadeira identidade em Cristo.

Contudo, o Evangelho nos traz a verdade de colocar Deus em primeiro lugar e essa é a verdadeira liberdade espiritual, mesmo que isso signifique para o mundo ser prejudicada. E esse mesmo evangelho trata da complementaridade da mulher, do conceito da ajudadora idônea ensinada pela Bíblia Sagrada, que propõe um jugo suave e fardo leve.

Da mesma forma que eu já fui encorajada e consolada por mulheres e pelo Pai e recebi o meu vestido azul depois do meu divórcio em 2009 e depressão, fui liberta de uma escravidão profissional que nem sabia que vivia e hoje tenho minha família (fui mãe 2 meses antes de completar 40 anos), tenho buscado, por meio da minha profissão e ministério trazer capacitação, encorajamento e consolo para mulheres do ministério, alunas empreendedoras da turma de Negócios a Luz da Bíblia e quem mais o Senhor colocar no meu caminho.

É olhar com olhos de amor, daquele que vê o potencial (e não a situação atual) e entregar o vestido azul a essas mulheres, que vai ser o pontapé inicial para toda a transformação porque quando as mulheres se sentem valorizadas e encorajadas, acabam tendo uma boa percepção de si mesmas e do ambiente em que se encontram, ficam mais confiantes e menos críticas consigo mesmas e com os outros, tornando o ambiente muito melhor para todos e vivendo a verdade de que:

“A mulher sábia edifica a casa”. Provérbios 14:1a

... Edifica a empresa

... Edifica a sociedade

... Ajuda a transformar o mundo num lugar melhor

Pode até ser que seja difícil mudar o mundo de uma só vez, mas é possível promover a verdadeira transformação e libertação de mulheres com Cristo e um vestido azul.

Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Pai das misericórdias e Deus de toda consolação, que nos consola em todas as nossas tribulações, para que, com a consolação que recebemos de Deus, possamos consolar os que estão passando por tribulações. 2 Coríntios 1:3,4

 


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