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Economia do Reino - quatro caminhos cristãos para lidar com a Riqueza e Pobreza no mundo

Economia do Reino - quatro caminhos cristãos para lidar com a Riqueza e Pobreza no mundo
Dongley Martins
set. 26 - 4 min de leitura
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Esta semana me deparei com um livro incrivelmente provocador, seja por sua forma romanceada de trazer uma visão do que seria o terra, sem o pecado e com a visão de Deus para o que é a eternidade, seja por suas provocações sobre a necessidade de estarmos atentos às necessidades da humanidade neste tempo.

O titulo é este acima e o autor é o Matheus Ortega. Incentivo que você tenha um exemplar na sua prateleira para, vez por outra, consultar e deixar o seu coração convencido de que há um propósito para sua vida no mundo dos negócios e que certamente está vinculado à transformação da realidade das pessoas, neste tempo.

Agostinho (354 - 430) escreveu: " O que escrevo, escrevo para a Glória da cidade de Deus, para que sendo comparada com a outra cidade, possa brilhar com maior esplendor."

Esta ideia de Agostinho deveria ser a mesma hoje, de termos uma mentalidade empresária que quer ver sua cidade transformada, sempre mirando a cidade onde Deus opera por meio de nossas empresas, e quem sabe, mesmo nestes dias, teremos empresas que são o espelho da visão de Deus para sua cidade.

Abaixo vou transcrever um trecho do livro, para você refletir.

"Desde então, tenho me questionado quase que diariamente: como devo viver diante da riqueza e da pobreza? qual deve ser meu papel diante do acumulo, da necessidade e da desigualdade do mundo?

Em busca a uma resposta a este questionamento, mergulhei na bíblia e na historia do cristianismo. Nessa jornada, deparei-me com quatro perfis cristãos a respeito da riqueza e pobreza, cada um deles expressando os valores do Reino de Deus de forma diferente: o doador, o moderado, o transformador e o abnegado.

  1. O doador crê que seu papel é usar os recursos terrenos para ser generoso.
  2. O moderado entende que deve cuidar dos recursos com mordomia e viver em contentamento.
  3. O transformador busca lutar em prol da igualdade e da justiça social.
  4. O abnegado crê que deve renunciar os bens materiais para viver na dependência de Deus.

Nenhum desses perfis é superior aos demais. Necessitam um dos outros, e cada um deles cumpre uma função específica. Enquanto uns dão, outros vão; enquanto uns planejam, outros executam; enquanto uns cuidam, outros transformam, Com isso, cristãos com funções diferentes, mas unidos por uma mesma economia do Reino, podem caminhar na mesma direção."

Estas perspectivas trazidas pelo Matheus, nos ajudam a refletir sobre nosso papel como empreendedores cristãos, seja você um empresário grande ou pequeno, seja um profissional liberal, ou seja você um executivo que tem poder de influenciar pessoas por meio de sua posição, fomos chamados à encarar a transformação da vida das pessoas que Deus colocou sob nosso comando, mas também olhar para o contexto de Riqueza e Pobreza ao nosso redor.

"Aquele que tem certeza de nada faltará jamais, não procurará possuir mais do que é preciso."

Thomas Morus (1478 - 1535)

Esta verdade nos libertaria da escravidão de uma liberdade financeira escravizante, e nos colocaria sensíveis aos interesses do dono dos nossos negócios, bem como nos colocaria de fato na posição que deveríamos ocupar neles, de colaboradores de Jesus, o verdadeiro dono das nossas iniciativas empreendedoras.

Riqueza e Pobreza tem perspectivas e serão diferentes em cada contexto do Brasil e do mundo, e precisam ser olhadas com a perspectiva local, de busca das soluções inerentes às demandas que impedem um lugar ou grupo de pessoas, de alcançarem a abundância, a riqueza, que será sempre relativa às suas necessidades.

Termino com uma pergunta simples: as riquezas geradas pelos nossos negócios estão impactando a pobreza e permitindo que outros acesse um ambiente de geração de riqueza?

 

 

 


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